quinta-feira, 17 de julho de 2014

IDOSO(A) PENSATIVO

Sempre que vejo um idoso(a) pensativo, rosto abatido, olhar perdido, fico triste eu também sou idosa, tive infância, adolescência, juventude, marido, filhos, trabalhei muito, não realizei muitos dos meus sonhos. Mas não podemos viver de recordações e saudades. Os ponteiros do nosso relógio da vida não param, não retrocedem, a vida segue em frente. Não adianta olhar para o passado, não adianta ficar a  lamentar as tantas coisas que poderiam ser feitas e que deixamos de fazer ou outras que fizemos e gostaríamos de esquecer. Portanto é nosso dever seguir em frente, procurar viver o tempo que temos com alegria, ver o mundo com os mesmos olhos que vemos a beleza da flor, somente assim teremos uma velhice tranquila, feliz e não seremos um fardo aos nossos descendentes.CABEÇA ERGUIDA, OLHAR FIRME PARA O HORIZONTE, QUEREMOS E PODEMOS TER UMA VELHICE FELIZ.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

IDOSO(A) E PLENITUDE DA FELICIDADE

Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira
por Chafic Jbeili - chafic@chafic.com.br
A velhice é, e deveria ser considerada por todos, um tempo maravilhoso da vida. É parecido com o clássico entardecer do dia, quando as pessoas mais sensíveis param e se permitem curtir o espetáculo do pôr-do-sol, percebendo, mesmo sem entender, que há algo muito maior e mais importante do que a busca frenética e mesquinha pelo dinheiro, pela fama e pelo poder, a qual está empenhado o mundo. 
A velhice é o tempo da contemplação, da pausa, do descanso e da reflexão. É ao entardecer que voltamos para casa e para nossa família, ansiosos para contar como foi o dia. É o momento mais oportuno para recobrarmos nossas forças, renovarmos as esperanças (nossas e dos outros) e planejar o dia seguinte.
Contudo, está contido na velhice assim como nas atividades do entardecer, dois elementos fundamentais e imprescindíveis para o desfrute pleno de uma vida tida como digna: Considerar-se produtivo e sentir-se amado. Daí a vital importância e incisiva influência do trabalho e dos relacionamentos em nossas vidas, cuja harmonia biopsicosocial e espiritual dependem. 
Percebo que de todas as queixas dos idosos, as menos significativas para eles são: A dor, a escassez financeira, as limitações físicas e as doenças. No entanto, o semblante desses guerreiros imbatíveis se desfalecem instantaneamente quando expressam sentimentos de menos-valia, dizendo que já "não servem para mais nada" ou quando relatam abandono, quer seja pelos entes queridos ou por aquelas pessoas de quem se esperava alguma gratidão ou consideração nessa fase da vida. 
Em sua maioria, a essência subjetiva de qualquer queixa está vinculada a essas duas últimas, improdutividade e falta de amor, simbolizadas pelas nuanças pertinentes à idade e pelo abandono vivenciado pelo idoso, respectivamente. Uma perfeita compreensão dessa dinâmica, conseqüentemente, proporcionará ao idoso uma nova indicação de como proceder em cada caso. E, ao perceber que se vive assim para certificar-se ou justificar-se de possíveis fracassos sua energia psíquica logo se direcionará para atividades mais prazerosas e produtivas, melhorando consideravelmente seu bem-estar psicosocial e, inclusive, amenizando as dores e doenças psicossomáticas. 
O mais importante, ante essas situações, é perceber os valores pessoais, as experiências que se adquiriu ao longo da vida e elaborar um "plano de ação" para esse tempo da vida. De qualquer forma, é necessário que haja incentivos e ações suficientemente poderosos para superar a auto-crítica depreciativa e sobrepujar as forças retardadoras para o desfrute de uma velhice feliz.
A par dessas possibilidades, conseguir aceitar a si mesmo em suas condições já constitui, por si só, um feito extraordinário. O alívio gerado pela libertação dessas amarras, melhorará a qualidade dos relacionamentos com os outros e consigo mesmo, tornando o idoso mais forte emocionalmente. E quanto mais emocionalmente forte estiver um idoso, menos se sentirá ameaçado pelas outras pessoas ou pelas circunstâncias. Daí para o "produzir" é um pulo, afastando o tédio, a tendência ao vício e a tristeza.
Quanto ao amor, mais vale um amigo por perto do que um parente longe. Aprenda a valorizar as pessoas que se importam com você e estão dedicando suas vidas ao seu conforto e bem-estar ao invés de gastar esse tempo tão precioso com aquelas pessoas que não estão nem aí para você. 
Em qualquer fase da vida a capacidade de se adaptar ao novo é essencial para gozar o prazer em viver, quer seja (re)aprendendo com o mais novo ou com o mais velho, quer seja ensinando ao mais novo ou ao mais velho. Assim, muitos são os motivos pelos quais é possível que a velhice seja um período prazeroso, produtivo e emocionante da vida. Seja qual for sua idade, se se julga velho ou novo, traga à memória somente aquilo que lhe pode dar esperança.
Curta intensamente cada momento do dia, pois afinal, como bem disse, aos 86 anos, o poeta e escritor alemão chamado Goethe:
"Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira"

terça-feira, 15 de julho de 2014

COMO É BOM VIVER

Viver, curtir a alegria de ser feliz, não importa a idade, não importa as rugas, não importa as articulações já um tanto desgastadas, as dores do dia a dia, os filhos ontem crianças, adolescentes, jovens e hoje cada um seguindo seu caminho. As vezes bate aquela saudade, aquela vontade de abraçar nossas crianças, sim por que para nós eles continuam crianças. Esquecemos que se tornaram adultos e seguem seu destino assim como nós seguimos o nosso. Então meninas e meninos, nos resta seguir a vida, viver da melhor maneira possível, buscar a alegria e dizer: OBRIGADO DEUS, COMO É BOM VIVER.

Quando a velhice chegar, aceita-a, ama-a . Ela é abundante em prazeres se souberes amá-la. Os anos que vão gradualmente declinando estão entre os mais doces da vida de um homem, Mesmo quando tenhas alcançado o limite extremo dos caos, estes ainda reservam prazeres.
Sêneca




segunda-feira, 14 de julho de 2014

ENVELHECER COM SAÚDE

Envelhecer não é doença. É um processo natural da vida, por isso precisamos ter medo da velhice, precisamos apenas  cuidar  melhor da qualidade da nossa alimentação, não comer muito, mas comer alimentos com os nutrientes necessários ao nosso corpo. Precisamos exercitar nosso corpo e especialmente nosso cérebro, não se prender em casa. Buscar espaço de convivência, sorrir, ouvir música, enfim buscar tudo que nos traga alegria.

ENVELHECER COM SAÚDE
 POR STELLA GALVÃO
FUSÃO DE IMAGENS: HELTON GOMES
É um processo contínuo que se inicia ao nascermos. Cada dia vivido é um micrograma de areia na ampulheta do tempo. O modo como cada pessoa age, os hábitos de vida que adquire e os cuidados que tem consigo serão decisivos para uma velhice penosa ou, ao contrário, para uma etapa de maturidade que não extingue o tempo das descobertas e da alegria de desfrutar a existência. O que torna esse processo um fardo para muitos é o medo das limitações impostas pelas perdas do organismo.
De fato, quanto mais vivemos, maiores desgastes físicos impomos às nossas estruturas orgânicas. A pele perde gradualmente o frescor, a massa muscular e os ossos diminuem, enquanto a gordura corporal aumenta. Os sentidos antes aguçados agora precisam de artefatos (óculos, aparelhos para perda auditiva etc.).
"As áreas mais afetadas vão depender de como a pessoa viveu ao longo do tempo", diz o geriatra Venceslau Antonio Coelho, do serviço de Gerontologia no Hospital Sírio-Libânes. Exemplo: pele mais envelhecida e com manchas nos idosos que não usaram filtro solar, doença pulmonar e cardíaca nos tabagistas, colesterol alto, hipertensão e diabetes, naqueles que não adotaram hábitos alimentares saudáveis, dificuldades para andar, problemas vasculares e cardíacos nos obesos e sedentários.
ATIVAR O CÉREBRO
Por outro lado, na ausência de uma pílula mágica que nos mantenha como Dorian Gray, o personagem do livro homônimo do inglês Oscar Wilde, jovens no corpo físico, a receita consagrada hoje nos meios médicos consiste em comer menos, movimentar-se mais, ativar o cérebro, buscar a vida em grupo e perseguir alguma forma de espiritualidade. Coelho acrescenta a lista repetida como um mantra em consultas com geriatras: Não fumar, praticar atividade física, ingerir bebida alcoólica com moderação, controlar o estresse, buscar uma alimentação saudável e ter vida social. Solidão, portanto, é um fator que depõe a favor de um envelhecimento mais rápido.
"É importante seguir estudando algo que sempre quis e não teve tempo ao longo da fase adulta, reinvestir em sonhos e desejos que ficaram esquecidos. É não deixar a mente envelhecer", afirma a psicanalista Dorli Kamkhagi, autora do livro Psicanálise e velhicesobre a clínica do envelhecer (Editora Via Lettera). Pesquisas já consagraram, em experimentos com roedores, que o cérebro ativado funciona melhor na maturidade. Leituras, conversas, jogos e palavras cruzadas são potentes estímulos para os neurônios. Venceslau Coelho lembra, ainda, que "indivíduos com maior nível educacional são menos suscetíveis a quadros demenciais do que pessoas com baixa escolaridade"

IDOSAS DANÇANDO NO HOTEL EM SÃO LOURENÇO 32º ENCONTRO DA FELIZ IDADE











domingo, 13 de julho de 2014

HISTÓRIA DA VOVÓ

Vovó contava que em uma família muito pobre e já numerosa, a avó, os pais e cinco filhos nasceu uma menina. Ela era diferente, nascera com os olhos muito pequenos, era bisneta de índios.Segundo a  história a menina trazia traços diferentes e era muito esperta, pois abrira logo os olhos. Naquele tempo as crianças demoravam para abrir os olhos. No casebre onde viviam ela era a  alegria de todos. Filha de pai analfabeto e mãe apenas alfabetizada. Cinco irmãos, apenas três concluíram o primário. A menina crescia e aos cinco anos já queria ler pedaços de jornais e revistas que chegavam ao casebre. A menina não pode nem mesmo concluir o primário na infância. Naquela época, menina não precisava estudar, precisava saber lavar, passar, limpar a casa, cozinhar e alguma sortuda aprendia a bordar e costurar. A menina levada desde cedo aprendeu a bordar e costurar na velha máquina de mão, todas suas roupas. Corajosa, trabalhadeira, deixou a vida da roça, não teve medo de enfrentar a vida, trabalhar muito durante o dia e estudar a noite, usar o pouco tempo que tinha e os domingos para estudar.Vovó certamente conheceu esta menina. Ela faleceu quando a menina estava com quatorze anos. As histórias que a vovó contava eram muito boas.

ESCOLHI AS FLORES PARA ILUSTRAR A POSTAGEM DE HOJE, COM VOVÓ APRENDI A CULTIVÁ-LAS. SÃO PLANTADAS EM VASOS E SÃO MINHAS COMPANHEIRAS.




sexta-feira, 11 de julho de 2014

VIVER A VIDA

Aposentado, que fazer agora? Olha a sua volta, não tem mais o emprego, não vê mais com frequência os colegas de trabalho. Consequência natural da vida. Não desanime. Você agora está idoso, mas não seja velho, ainda há muito por fazer e você pode ser útil. Não se prenda entre quatro paredes, deixe um pouco a TV e principalmente as novelas, ultimamente  nada acrescentam, uma pobreza total. Que fazer? Você agora tem tempo disponível. Cuide de seu corpo, faça ginástica naquela academia que você sempre teve vontade de frequentar e não tinha tempo. Olhava aposentados caminhando e dizia com seus botões eu não posso. Agora você pode e deve fazer caminhada. Cuide melhor da sua alimentação, seu peso aumentou? Você pode fazer dieta e perder os quilos que estão sobrando. Mulheres use e abuse de cuidados com sua pele, ela agradece. Em pouco tempo colherá os frutos de seu cuidado, olhará no espelho e dirá; como estou bela! IMPORTANTE A PRIMEIRA PESSOA QUE DEVE TE AMAR É VOCÊ MESMA.


quarta-feira, 9 de julho de 2014

AMOR NÃO TEM IDADE

Mulheres, amor não tem idade!

Mulheres, amor não tem idade!


:: Rosana Braga :: 
Por mais que os preconceitos terminem se transformando em barreiras e dificuldades na vida de muitas pessoas, é certo que não há nada mais limitante do que o preconceito consigo mesmo. Isto é, desejar algo, mas não conseguir aceitar esse desejo. Julgar a si mesmo e viver se criticando são posturas que geram conflitos e, na maioria das vezes, até tristeza.

E quando o assunto é relacionamento, sexo e amor, os preconceitos costumam ganhar ainda mais intensidade. São temas que, por si só, já suscitam sentimentos, muitas vezes, contraditórios e confusos. E a bola da vez é a diferença de idade entre o casal.

Quando a mulher é bem mais nova que o homem, parece haver uma tolerância interna maior, embora sempre haja espaço para interpretações equivocadas e críticas sem fundamento. Afinal, estamos falando de humanos - seres que têm a estranha mania de encontrar brechas para complicar o que poderia ser bem mais simples.

Agora, quando a mulher é bem mais velha que seu par, a tendência é que as cobranças e os medos roubem ainda mais a leveza das possibilidades. São elas -as mulheres- que, em geral, partem do pressuposto de que podem se dar mal. E tais pressupostos podem se tornar tão grandes a ponto de impedi-las de viver uma baita experiência amorosa.

Quer saber? Se você já se questionou se pode se dar mal ao se envolver com um homem bem mais jovem, a resposta é: com certeza! E sabe por quê? Porque qualquer pessoa, ao se envolver com alguém, seja de que idade for, pode ser dar mal ou... muito bem! Ou ainda, o que é mais provável, mal e bem ao mesmo tempo! Mas como saber se você não se permitir? Como saber se não viver? Quem disse que a vida dá garantias? Quem realmente pode prever? E, por fim, quem disse que o amor está a serviço de nos acomodar num lugar confortável e morninho para sempre?

Claro, em muitos momentos é assim que a gente vai se sentir quando está vivendo um gostoso encontro. E que bom! Mas que bom também que, na troca com o outro, a gente se depara com a necessidade de se rever, de se questionar, de se tornar mais flexível e de amadurecer. E digo mais: se você se apaixonou por alguém cujas características vão de encontro aos seus preconceitos sobre o que seja certo e errado, talvez esta seja sua grande chance de desistir de uma vidinha movida a dúvidas, regras e receios para se abrir ao surpreendente.

Não estou dizendo que você deve ignorar intuições e constatações sobre o outro que podem mesmo colocá-la em situações constrangedoras, tais como irresponsabilidade, falhas de caráter ou quaisquer outras que desmontam a sua essência, mas isso nada tem a ver com cronologia. O fato é que deixar de viver um relacionamento que pode ser 'tudo de bom' só porque o outro é muito mais jovem ou muito mais velho é se tornar refém de um relógio que nada marca sobre sentimentos, vida e amor. Um relógio que serve apenas para contar os anos de uma história que se desenrolou até chegar a este exato momento em que se enrosca numa outra história - a sua!

Se você está com medo de arriscar, sugiro que você se dê uma chance! Talvez, este seja o seu momento de reavaliar suas crenças e se questionar se você quer viver paralisada pelo medo ou se quer pagar para ver, correndo o sério risco de ser muito feliz, apesar de qualquer medo que persista! Porque se é genuíno, pode apostar que vale!