domingo, 16 de novembro de 2014

IDOSOS DANCE, SORRIA, SEJA FELIZ

Idosos(as), dance, cante, sorria, viva, seja feliz. Deus te abençoou com longos dias, te permitiu ver seus filhos criados, a alegria dos netos e para muitos até dos bisnetos. Agora você pode dançar, sorrir para a vida, não importa a idade, o importante é ser feliz.




sexta-feira, 14 de novembro de 2014

PÉS IDOSOS MERECEM

Carinho, hidratação, unhas cortadas e lixadas, escalda pés e calçados confortáveis. É bom sempre lembrar que eles suportam todo o peso do nosso corpo, portanto merecem tanto ou mais cuidados que as mãos.







quarta-feira, 12 de novembro de 2014

FELIZ IDADE CARINHO PARA OS PÉS

Na feliz idade precisamos de cuidados especiais para todo o corpo, mas os pés precisam de atenção especial. São dores nas articulações, joanetes, pés cansados. Tudo demanda cuidados especiais. Escolho para mim calçados com salto entre dois e cinco cm, forma confortável, mas gosto de calçados coloridos, nada de marrom e preto. Estou amando a coleção primavera verão da PICADILLY, são confortáveis e saltos na medida certa.




FELICIDADE E IDOSOS

Na feliz idade o importante é ser feliz
Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira
por Chafic Jbeili - chafic@chafic.com.br
A velhice é, e deveria ser considerada por todos, um tempo maravilhoso da vida. É parecido com o clássico entardecer do dia, quando as pessoas mais sensíveis param e se permitem curtir o espetáculo do pôr-do-sol, percebendo, mesmo sem entender, que há algo muito maior e mais importante do que a busca frenética e mesquinha pelo dinheiro, pela fama e pelo poder, a qual está empenhado o mundo. 
A velhice é o tempo da contemplação, da pausa, do descanso e da reflexão. É ao entardecer que voltamos para casa e para nossa família, ansiosos para contar como foi o dia. É o momento mais oportuno para recobrarmos nossas forças, renovarmos as esperanças (nossas e dos outros) e planejar o dia seguinte.
Contudo, está contido na velhice assim como nas atividades do entardecer, dois elementos fundamentais e imprescindíveis para o desfrute pleno de uma vida tida como digna: Considerar-se produtivo e sentir-se amado. Daí a vital importância e incisiva influência do trabalho e dos relacionamentos em nossas vidas, cuja harmonia biopsicosocial e espiritual dependem. 
Percebo que de todas as queixas dos idosos, as menos significativas para eles são: A dor, a escassez financeira, as limitações físicas e as doenças. No entanto, o semblante desses guerreiros imbatíveis se desfalecem instantaneamente quando expressam sentimentos de menos-valia, dizendo que já "não servem para mais nada" ou quando relatam abandono, quer seja pelos entes queridos ou por aquelas pessoas de quem se esperava alguma gratidão ou consideração nessa fase da vida. 
Em sua maioria, a essência subjetiva de qualquer queixa está vinculada a essas duas últimas, improdutividade e falta de amor, simbolizadas pelas nuanças pertinentes à idade e pelo abandono vivenciado pelo idoso, respectivamente. Uma perfeita compreensão dessa dinâmica, conseqüentemente, proporcionará ao idoso uma nova indicação de como proceder em cada caso. E, ao perceber que se vive assim para certificar-se ou justificar-se de possíveis fracassos sua energia psíquica logo se direcionará para atividades mais prazerosas e produtivas, melhorando consideravelmente seu bem-estar psicosocial e, inclusive, amenizando as dores e doenças psicossomáticas. 
O mais importante, ante essas situações, é perceber os valores pessoais, as experiências que se adquiriu ao longo da vida e elaborar um "plano de ação" para esse tempo da vida. De qualquer forma, é necessário que haja incentivos e ações suficientemente poderosos para superar a auto-crítica depreciativa e sobrepujar as forças retardadoras para o desfrute de uma velhice feliz.
A par dessas possibilidades, conseguir aceitar a si mesmo em suas condições já constitui, por si só, um feito extraordinário. O alívio gerado pela libertação dessas amarras, melhorará a qualidade dos relacionamentos com os outros e consigo mesmo, tornando o idoso mais forte emocionalmente. E quanto mais emocionalmente forte estiver um idoso, menos se sentirá ameaçado pelas outras pessoas ou pelas circunstâncias. Daí para o "produzir" é um pulo, afastando o tédio, a tendência ao vício e a tristeza.
Quanto ao amor, mais vale um amigo por perto do que um parente longe. Aprenda a valorizar as pessoas que se importam com você e estão dedicando suas vidas ao seu conforto e bem-estar ao invés de gastar esse tempo tão precioso com aquelas pessoas que não estão nem aí para você. 
Em qualquer fase da vida a capacidade de se adaptar ao novo é essencial para gozar o prazer em viver, quer seja (re)aprendendo com o mais novo ou com o mais velho, quer seja ensinando ao mais novo ou ao mais velho. Assim, muitos são os motivos pelos quais é possível que a velhice seja um período prazeroso, produtivo e emocionante da vida. Seja qual for sua idade, se se julga velho ou novo, traga à memória somente aquilo que lhe pode dar esperança.
Curta intensamente cada momento do dia, pois afinal, como bem disse, aos 86 anos, o poeta e escritor alemão chamado Goethe:
"Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira"

terça-feira, 11 de novembro de 2014

DIREITO DOS IDOSOS E SOCIEDADE

A população brasileira está envelhecendo e os idosos merecem ser tratados com respeito, amor e carinho. Os principais responsáveis para que o idoso tenha uma velhice saudável e feliz são seus familiares. Na falta destes, temos os conselhos e curadores do idoso, ou seja representantes do Ministério Público. Entretanto  ainda é grande a situação de abandono em que se encontra alguns idosos. Atenção, apenas colocar o idosos em um asilo, ou mesmo nos lares especializados em cuidados e, temos para todos os gostos e bolsos e simplesmente deixá-los por lá sob a alegação de que estão bem cuidados. É bom lembrar que o idoso teve seu lar, sua família e não suporta situação de abandono por parte de seus entes queridos.



Os direitos dos idosos e os deveres da sociedade

Falar-se nos direitos das pessoas idosas é cuidar-se dos direitos daqueles seres humanos a quem tudo devemos.
São eles os responsáveis pelos ensinamentos que colhemos ao longo da vida e também pelas boas realizações do mundo e da humanidade.
Então, o primeiro dever da sociedade é reconhecê-los como seres humanos dignos de todo o respeito e gratidão.
Os idosos possuem todos os direitos que a generalidade das pessoas detêm e mais alguns direitos específicos em razão da especial fase da vida em que se encontram.
Isso porque a lei aumenta os cuidados com pessoas que merecem proteção especial em razão dos mais variados motivos e o atingimento dos sessenta anos de idade é um deles.
Por alcançar este tempo de vida, o idoso, além de prosseguir gozando de todos os direitos que já possuía, passa a ser titular de alguns outros. Exatamente aqueles que estão relacionados no Estatuto do Idoso.
Dentre os direitos específicos dos idosos podem-se relacionar o atendimento preferencial, imediato e individualizado junto a órgãos públicos e privados prestadores de serviços à população; o direito de ser bem cuidado e atendido por sua própria família, em detrimento à internação em asilos; o direito de receber pensão alimentícia de seus familiares e, na ausência destes, de ter suas necessidades básicas satisfeitas pelo Governo; o direito de receber do Poder Público, gratuitamente, medicamentos e outros recursos relativos ao tratamento de saúde; o direito de não ser discriminado nos planos de saúde pela cobrança de valores diferenciados em razão da idade, dentre outros.
Mas o que pretendo registrar neste espaço é que a realização desses direitos depende de cada um de nós.
É respeitando a pessoa idosa na vida quotidiana, conferindo-lhe tratamento digno e valorização, outorgando-lhe prioridade na passagem, no ingresso em locais públicos e no transporte coletivo, no atendimento em instituições públicas e privadas, por exemplo, que se estará dando vida a esses direitos.
É dever de todos, igualmente, a não submissão das pessoas idosas a situações de constrangimento e a denúncia às autoridades de casos de abandono, abuso ou violência a que possam ser submetidas.
As pessoas idosas também possuem o direito de serem cuidadas e amadas, de se sentirem felizes e valorizadas.
Ao Estado, incumbe, ainda, assegurar-lhes tudo o que for necessário à sua preservação, à alimentação adequada, ao lazer, à educação, à previdência social, dentre outros.
Então, por constituírem deveres de justiça, de ética e de moral, além de obrigação legal e não por indulgência ou sentimentos análogos, incumbe a cada um e a todos o respeito, o cuidado e a asseguração dos direitos das pessoas idosas.
A materialização dos direitos dos idosos depende do cumprimento dos deveres impostos ao poder público e à sociedade.
Levantemos, todos, pois, esta bandeira, porque é justa, legítima, ética, moral e também porque constitui dever de todos.  
(Fonte: Marcelo Malizia Cabral - Agora Paraná)

sábado, 8 de novembro de 2014

IDOSOS(AS) NÃO DEIXEM DE VIVER II

Idosa e membro do Conselho Municipal do Idoso, acompanho o dia a dia da minha geração com muito carinho e as postagens de ontem e hoje são fatos reais, daí o nome idosos não deixem de viver. Sim, pois muitos idosos vivem apenas em função dos filhos alguns já casados e netos que "folgam" em cima da bondade dos avós. Ontem postei sobre a avó que chorava, pois havia gasto seu dinheiro satisfazendo os caprichos da neta. Há casos de avós doentes, que  as vezes fica sem comer, pois quem recebe a magra aposentadoria são filhos insensíveis ou netos que pouco importam com os avós. Ou ainda avós babás que assumem com obrigação levar e buscar os netos na escola. Levar os netos ou buscá-los é aceitável desde que não seja uma obrigação. BOM FINAL DE SEMANA PARA VOCÊS MEUS QUERIDOS
.
                                           VIVENDO A ALEGRIA DE SER AVÓ




sexta-feira, 7 de novembro de 2014

IDOSOS NÃO DEIXEM DE VIVER

Muitos idosos(as), foram transformados em babás  de seus netos, cozinheira com obrigação de estar com o almoço pronto na hora que filhos já casados e netos adultos chegam para almoçar. Acontece tudo em nome dos tempos modernos, ou seja, a justificativa é que precisam ajudar seus filhos a criar a prole. Outros  repassam a aposentadoria ou pensão quase que integralmente aos netos, ou ajudam seus filhos. Nada errado nisto, desde que haja limites, e não abuso e falta de respeito com o idoso(a). O texto hoje é voltado aos idosos que acham que seria desumano ou falta de amor deixar de agir assim. Recentemente vi uma idosa chorando na farmácia porque não tinha dinheiro para comprar o medicamento que precisava. Explicou que havia feito empréstimo para embelezar a neta e não satisfeita comprou um tablet para a menina de 11 anos. Simplesmente deixou de viver para si, apenas idolatra os netos. Idosos(as) ame seus filhos e netos, mas cuide bem de você e viva sua velhice feliz.