quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Cuidando do corpo


Depois dos cinquenta precisamos dar atenção especial para cada parte do nosso corpo. Um bom produto firmador  para braços, coxas e bumbum é o NÍVEA Bye-Bye, Gel-Creme  redutor de celulite
 Q10. Eu uso, gosto da sua textura e fácil absorção e tem um cheirinho bom. Ó preço também é azoável.




Para hidratar o corpo nada melhor que FISIOGEL HIPOALERGÊNICO, loção cremosa para face e corpo, é para todos os tipos de pele, especialmente para as secas, sensíveis e delicadas. Não tem perfume,  você pode hidratar a pele e usar seu perfume preferido. A textura é ótima.


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Abdomen ou barriguinha

A barriga saliente é o sofrimento de muitas mulheres, afinal a partir de uma certa idade e partos ela gosta de aparecer mais que o corpo todo.

A minha eu cuido fazendo 200 abdominais três vezes por semana, mas  antes faço massagem com CELLU DESTOCK MARCA  VICHY, é bom para gordura localizada e celulite resistente ao regime. Uso também após o banho à noite. Apenas um lembrete usar cremes e não fazer nenhuma atividade física não resolve. Uma vez por semana faço endermo na clínica LIFE.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Festa do Pastel de Milho



Primeira festa do Pastel de Milho, foi um sucesso. Dancei muito.



 

Minha família


Filhos, nora, genro, neta e amigos, na sala curtindo um bom papo





 
Isabella na EXPOFLORA

 
Curtindo a vovó já pronta para a festa do pastel de milho.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

ESTATUTO DO IDOSO-DOS ALIMENTOS


Arts. 11 a 14
Art. 11 - Os alimentos serão prestados ao idoso na forma da lie civil.
Art. 12 O obrigação alimentar é solidária, podendo o idoso optar entre os prestadores.
Art. 13- As transações relativas a alimentos poderão ser celebradas perante o Promotor de Justiça, que as referendará, e passarão a ter efeito de título executivo extrajudicial, nos termos da lei processual civil.
Art. 14- Se o idoso ou seus familiares não possuírem condições econômicas de prover o seu sustento, impõe-se ao Poder Público esse provimento, no âmbito da assistência social.

Assim como os pais tem o dever de sustentar seus filhos, os filhos também tem o dever de sustentar seus pais na velhice, não podendo abandoná-los.

Uma história triste. Certa vez um pai entrou na justiça pedindo alimentos para seus filhos do primeiro casamento. Ele havia abandonado a esposa com as crianças e fora viver com a outra, com quem teve outros filhos e cuidou bem deles. Ao contrário dos primeiros, cuja mãe lavava roupa para fora e os filhos desde cedo aprenderam a lutar para sobreviver. Na velhice aquele pai foi abandonado pelos filhos que criara tão bem. Então lembrou dos filhos do casamento anterior, já adultos e bem sucedidos. Entrou com uma ação de alimentos contra eles, sem antes consultá-los. Em audiência, o filho mais velho, pediu a palavra e disse: o senhor não precisava fazer isso, nós não lhe negaríamos  alimentos, não faríamos com o senhor o que fez conosco. Quando passava na rua e nos via ignorava nossa presença lhe daremos um teto e os alimentos necessários para sua sobrevivência e mais cuidaremos também da sua saúde. Estes filhos, mesmo sendo abandonados pelo pai quando crianças, cumpriram com dignidade seus deveres. O cidadão foi amparado por eles até seus últimos dias.               

Menina II

Continuando a história da menina

Ao lado da velha casa onde a menina morava tinha uma jabuticabeira, que até alguns anos atrás ainda existia e, nos fundos, próximo ao córrego, a menina falava corgo, a velha moita de bananeira, onde se fazia as necessidades fisiológicas, limpava o bumbum com folhas ou palha de milho. Quando se fazia necessidades físicas à noite, no pinico, eram jogadas porcamente no córrego, assim como se fazia os demais moradores, mas também se serviam da água que certamente era contaminada.

A maioria alí era muito pobre. Os homens trabalhavam na roça, as mulheres eram lavadeiras na cidade, ou apanhavam café na época da colheita e, quando havia vendiam frangos e ovos na cidade.

A realidade familiar da menina não era diferente de outras famílias. O pai e os irmãos trabalhavam na roça e a mãe se desdobrava nos afazeres de casa e nas atividades pesadas da lida para ajudar a criar os filhos. As vezes  a mãe tinha apenas um vestido descente e ficava trancada em casa, enquanto a avó da menina o lavava e secava para ela vestir.

Era uma mulher muito bonita, traços finos, delicada, corpo bem feito. Morena de pele muito clara, cabelos lisos, cintura muito fina.

A avó da menina também era muito bonita, alta, magra, usava saia comprida de cordão na cintura e um casaquinho por cima, morena linda de se ver.. A menina não conheceu o avô, segundo a mãe dela contava ele faleceu quando ela tinha apenas três anos de idade. Teria falecido de nó nas tripas, esse era o nome dado para apendicite, ou ainda, segundo outras versões teria sido envenenado com pó de vidro moído. Entrava nas casas de prostituição montado a cavalo, era o terror das prostitutas das época. Dizia sua avó que o cavalo dele saltava como o cavalo do zorro.

O pai da menina era mulato, quase negro, cabelo carapinha, gostava de uma cachacinha, porém era muito honesto e trabalhador.

Aos dezessete anos a mãe dela teve a filha mais velha e a seguir quatro meninos, a menina pela ordem de nascimento, é o sexto filho do casal. e teve a infelicidade de nascer menina. Foi a caçulinha até os quatro anos de idade, mas a mãe dela ainda teve mais duas meninas.

Ao todo eram oito irmãos, o pai, a mãe e a avó. Mas um dos irmãos era seu preferido, aquele que sempre procurava satisfazer suas vontades. Irmão amoroso, zeloso, sempre cuidou muito bem da irmã.
Naquele pedacinho de Brasil, ainda pequenos, todos sabiam o que era os dissabores da vida, mal alimentados, descalços e maltrapilhos.
Naquele tempo as mães e irmãs mais velhas não se preocupavam com as mais novas. Assim, o irmão mais novo da menina é cinco anos mais velho que ela começou a assediá-la sexualmente, Ela tinha apenas cinco anos de idade e isso durou até o dia que o irmão querido que sempre tomava conta dela, deu no moleque uma boa surra e passou a impedir que ele se aproximasse dela. A menina guarda essa mágoa e tristeza até a presente data e chora ao contar o fato.

Voltando aos seus pais. Seu pai gostava de beber e quando ficava tonto causava medo aos filhos, riscava a parede com o punhal enquanto cantava uma estranha canção. Era algo assim: bolie, bolie, boliá, a vida não pode parar. As crianças e a mãe corriam para a moita de bananeira. Ele não registrou os filhos ao nascer, foram apenas batizados. Até a próxima.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

´VELHICE

A velhice é um simples preconceito aritmético, e todos seríamos mais jovens se não tivéssemos o péssimo hábito de contar os anos que vivemos. Revista Coquetel, Grande Midas nº 170, p. 19