sexta-feira, 8 de agosto de 2014

VENCENDO A DOR E A TRISTEZA

O corpo doi, a alma sente, a tristeza, a angustia e a solidão aparece e o pensamento  de que o fim se aproxima aflora a nossa mente, é nesta hora que precisamos ser fortes para superar.
É NA ALEGRIA EXAGERADA QUE EU ENCONTRO FORÇAS PARA SUPERAR A TRISTEZA MAIS PROFUNDA. Douglas Michell

PROCURANDO A CRIANÇA QUE AINDA EXISTE.

Preciso de novas amizades, novos amigos e velhos momentos de alegria.
É tristemente incrÍvel como a gente se torna menos humano quando crescemos.
Dos melhores amigos que tive até hoje, das amizades mais divertidas, dos momentos mais marcantes e das doces lembranças,
praticamente todas estão por de trás de meus ombros, é preciso olhar para o passado para resgatar tais momentos.
A risada era mais solta, as brincadeiras mais intuitivas e animadas, o valor da presença dos amigos era mais reconhecida, a gente se sentia mais leve e despreocupado ao lado dos 'amiguinhos', até as brigas eram divertidas de certo ponto, brigávamos por pouco e por menos ainda já estávamos de bem novamente. A noite chegava tão de pressa, os 'findis' eram tão curtos e marcantes, os amigos sabiam da nossa vida, conheciam nossa família, conversavam mais com a gente e nós com eles, dividíamos nossas vidas, tudo era motivo de risos e deboches até. 

Me pergunto, por que deixamos de ser assim, de ser mais verdadeiros, parece que o tempo vai passando e nos moldando para sermos infelizes, chatos, orgulhosos, mesquinhos e idiotas, sim, idiotas. Deve ser porque com o passar dos anos, aprendemos o que é traição, o que a mentira, a inveja e o orgulho causam. Deve ser porque queremos ser adultos o quanto antes, aprendemos que o melhor é ser o melhor, melhor que o outro em tudo. Temos que ser adultos, responsáveis e pior que tudo, achamos que somos independentes de pais, da família, dos amigos e de Deus.  Roger Stankewski

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

IDOSOS SAUDÁVEIS

Meninas e meninos da feliz idade, já vivemos mais de meio século, mas com certeza queremos viver no mínimo mais meio. Será que isso é possível? Sou otimista, acredito que sim, desde que  tenhamos uma alimentação balanceada, deixemos a preguiça de lado e exercitemos nosso corpo especialmente nosso cérebro pois ele é o comandante. Devemos também fazer a visita anual aos nossos médicos para saber se está tudo bem com a saúde. Dormir bem, procurar atividades que nos dê alegria, acreditar que podemos  vencer. Mulheres as rugas existem, as pintas da senilidade existem as varizes também e outras coisinhas que não gostamos, como por exemplo a barriguinha saliente que insiste em aparecer. Nada disso importa, tivemos nossa juventude, nossa beleza e por que lamentar se ainda somos belas. A foto abaixo atividade física ontem no centro de referência da terceira idade. Vejam quanta energia.


quarta-feira, 6 de agosto de 2014

SORRIA VOCÊ ESTÁ NA FELIZ IDADE

O sorriso ilumina o rosto, como se diz é o espelho da alma. Mesmo quando sentir tristeza, saudade ou alguma dor sorria. Como isso é possível?É possível se você for forte, olhar para trás, ver sua origem humilde e sentir a beleza de tudo que construiu. Então sinta-se feliz, olhe a beleza da borboleta, a beleza da roseira que você plantou, olhe aquela folhagem linda que decora sua sala. Pense nos filhos adultos, nos netos. Dê um belo sorriso, ilumine seu rosto e grite bem alto; SOU FELIZ



 Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto,
Mesmo quando a situação não for muito alegre…
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz
para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém…
E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém
também pensa em mim quando fecha os olhos,
que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas
renúncias e loucuras, alguém me valoriza
pelo que sou, não pelo que tenho…
Que me veja como um ser humano completo,
que abusa demais dos bons sentimentos
que a vida proporciona,
que dê valor ao que realmente importa,
que é meu sentimento…e não brinque com ele.”
 MÁRIO QUINTANA





terça-feira, 5 de agosto de 2014

PARA VIVER É PRECISO SER FORTE

As vezes bate aquele desânimo, o corpo parece muito cansado, as forças faltam. Olhamos para a cama e dá aquela vontade de ficar deitado(a) o dia todo como se fôssemos nos refugiar de algo que nos assusta e nos deixa com medo. Na feliz idade isso ocorre com mais frequência, principalmente após. uma noite mal dormida. acordar cedo torna-se um fardo. Exatamente quando isso ocorre é que precisamos reunir nossas forças, respirar fundo e buscar pensamento positivo. Não podemos deixar estes momentos nos vencer. É preciso força, coragem, olhar para frente e dizer: eu posso, eu quero e vou superar este momento.





segunda-feira, 4 de agosto de 2014

VIVER E SER FELIZ

Na feliz idade devemos viver com alegria, voltar a nossa infância, lembrar os bons momentos vividos. Sorrir mais, observar  a beleza das flores, o sorriso das crianças, a beleza das aves e  tudo de belo que se encontra a nossa volta.

ENCONTRANDO A CRIANÇA QUE EXISTE NO IDOSO

Levar o idoso a encontrar a alegria de viver própria da infância, sem tantas responsabilidades peculiares à vida adulta, pode ser um caminho onde tudo parece mais leve, bonito e divertido. As recordações fazem reviver cenas e emoções não prejudicadas pelas limitações físicas atuais.
Faça o idoso rir, converse com ele sobre aspectos de seu passado que o façam achar graça em contar suas experiências, leve-o a recordações de momentos felizes nas coisas simples, improvise brincadeiras que ele possa participar, conte a ele algumas anedotas ou mesmo as experiências engraçadas ou interessantes que você vivenciou.
Atividades físicas e sociais também são importantes no processo de envelhecimento, o prazer de caminhar, dançar ou namorar faz com que o idoso mantenha viva sua consciência corporal, reduza o estresse e melhore sua qualidade de vida.
O corpo físico do idoso apresenta muitas limitações, porém sua mente é capaz de pensar, imaginar e gerar intensas emoções. Contemplar uma flor, uma nuvem ou um pássaro sem se preocupar com o tempo, ou quaisquer outras questões pode proporcionar a sensação de pertencer ao todo, ao universo, à natureza.
Interpretar a vida como se estivesse vivendo em um mundo maravilhoso capaz de se transformar a qualquer momento, como num passe de mágica, numa passagem para um futuro, no qual haja uma vida eterna onde prevaleça o amor em sua plenitude, pode trazer muita esperança e motivação.
É injusto e desumano nos preocuparmos apenas em prolongar uma vida triste e solitária do idoso, sem contribuir para que ele aceite e aprenda a lidar com suas limitações, e consiga perceber a beleza de envelhecer através do olhar da alma para ter uma vida melhor e mais feliz.
Graduada em Naturologia, Educação Física e Pedagogia, com especialização em Psicossomática, atende em São Paulo utilizando as Terapias Naturais para auxiliar no processo de autoconhecimento e de promoção, manutenção e recuperação da saúde









sábado, 2 de agosto de 2014

IMPORTÂNCIA DA OCUPAÇÃO FÍSICA E MENTAL


Você sabia que a atividade física pode contribuir para sua saúde mental? Além de fortalecimento muscular, aumento da capacidade cardiopulmonar e melhora da estética, sair do sedentarismo também pode trazer outros benefícios melhora do sono, humor e memória                

O avanço tecnológico, assim como pressões sociais e econômicas, levam o indivíduo muitas vezes a se entregar aos problemas mentais de ordem emocional. Ocorre que a prática regular de exercícios físicos aeróbios pode produzir efeitos antidepressivos e proteger o organismo dos efeitos prejudiciais do estresse na saúde física e mental.Ansiedade

O aumento da aptidão física reduz as chances da pessoa desenvolver doenças crônico-degenerativas como a osteoporose, hipertensão, doenças coronarianas e diabetes, além de diminuir também o risco de desenvolvimento de transtornos psiquiátricos como ansiedade e depressão.
Os exercícios físicos aeróbios são os mais indicados para promover melhora da aptidão, mas devem ser realizados na forma de um programa de treinamento físico aeróbio progressivo e controlado, sempre com acompanhamento de um profissional para monitoramento da intensidade destes exercícios de acordo com o nível de cada pessoa, além de avaliação clínica e psiquiátrica regular.
Sono
O sono de pessoas ativas é bem melhor do que o de pessoas sedentárias. O exercício físico pode proporcionar liberação de hormônios e influenciar no ciclo sono-vigília, trazendo mais disposição para o dia-a-dia.
A intensidade e o volume de atividades físicas são extremamente importantes, pois quando a sobrecarga é aumentada até um nível ideal existe uma melhor resposta na qualidade do sono. Mas se existe uma sobrecarga de exercícios, haverá influência negativa direta sobre a qualidade do sono. O exercício físico e o sono de boa qualidade são fundamentais para a boa qualidade de vida e para a recuperação física e mental do ser humano.
Humor
A atividade física mostra-se eficaz também em pessoas que sofrem dos transtornos do humor, pois quando se tem um treinamento contínuo mais sem exageros, o exercício aeróbio melhora a aptidão e diminui os sistemas depressivos, reduz o percentual de gordura e os níveis plasmáticos de serotonina, melhorando assim o estado de humor do indivíduo. A prática de exercício físico regular está associada à ausência ou a poucos sintomas depressivos ou de ansiedade.
Memória
O aumento da capacidade aeróbia tem relação direta com a melhora nas funções cognitivas, sendo que o exercício contribui para a integridade do cérebro e do sistema cardiovascular, melhora o tempo de reação, a força muscular e a amplitude de memória. Estudos mostraram que pessoas idosas, que praticam atividade física como caminhar 3 vezes na semana por 1 hora, por exemplo, tem uma melhora significativa na atenção, memória, agilidade motora e humor, sugerindo assim que, principalmente as mulheres devem fazer um condicionamento físico aeróbio sistematizado, por ser uma alternativa não-medicamentosa para a melhora cognitiva.
Por:
Vanessa Salvador Marietto
CREF 020396-G/SP

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

IDADE E FELICIDADE

A idade não é motivo para que idosos estejam infelizes,  amargos, lamentando a vida. Tornar-se idoso, repito, é uma bênção divina, muitas pessoas partiram ainda na chamada flor da idade e gostariam de continua vivendo. Boas obras foram realizadas, há muito a comemorar. As rugas, cabelos brancos, pele que se torna flácida, nada disso deve deixar o idosos triste.

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Idade e Felicidade

As fábulas sobre a procura da fonte de juventude nos levaram a crer que o jovem é mais feliz do que o velho. Para ser eternamente feliz deveríamos preservar nossa juventude. Quantas vezes ouvimos adultos dizerem para as crianças que eles eram mais felizes antes do que agora e que elas não deveriam ter pressa em crescer?
No Brasil, o velho é consideravelmente menos amparado que nos países ricos. A maioria não consegue sobreviver adequadamente apenas com a aposentadoria recebida e precisa auxílio de familiares ou passa necessidades. As atividades dedicadas aos idosos ainda são insipientes e a maioria não tem o que fazer para passar o tempo.

Pesquisa brasileira levantou que o número de pessoas que afirmam ser “muito felizes” vai diminuindo progressivamente com a idade. Os dados, porém, não permitem afirmar que o motivo da diminuição das declarações de felicidade seja a idade, uma vez que a ela está associada uma série de variáveis. Um exemplo de questionamento seria se a pessoa não é muito feliz por causa da sua idade ou se é devido à sua aposentadoria, que não garante o mesmo padrão de vida que ela tinha quando estava na ativa. No entanto, 24% das pessoas com idade superior a 54 anos declaram-se “muito felizes”.

Pesquisas realizadas em países desenvolvidos fizeram desaparecer a crença de que gente jovem seja mais feliz. Um estudo feito com 60 mil adultos de 40 países divide a felicidade em três componentes: satisfação com a vida, estado de espírito agradável e estado de espírito desagradável. A satisfação com a vida sobe ligeiramente com a idade, o estado de espírito agradável diminui um pouco e o estado de espírito negativo se mantém estável. O que muda com a idade é a intensidade das emoções. Não se vai nem tão para cima nem tão para baixo. (Seligman, 2002).