"A Revista Veja edição 2470 de 23 de março de 2016 traz uma bela reportagem sobre envelhecer no século XXI. Citam que em 2050 seremos 64 milhões de idosos - o equivalente a 30% da população.. Hoje somos 25 milhões, pouco mais de 12%. A expectativa de vida saltará de 75 para 81 anos, estaremos acima da média mundial". A reportagem completa se encontra nas páginas 88/95. Recomendo aos idosos que leiam.
O que realmente me preocupa é a ausência de lares, não asilos para acolher os idosos, já que muitos vivem sozinhos, inclusive eu. Na página 91 traz um conjunto de apartamentos que será erguido na zona oeste de São Paulo, serão 384 apartamentos cujo aluguel será de R$ 15.000,00 mensais, portanto será para poucos brasileiros. A pergunta que não quer calar é para onde irão os idosos que trabalharam durante toda a juventude, cujos filhos trabalham e não dispões de tempo nem de recursos financeiros para financiar um lar ainda que o preço gire em torno de 8.000,00 a 10.000 reais? Acho que já está na hora de empreendedores pensar também nestes idosos. A medicina também precisa pensar em mais médicos geriatras para atender esta população. Na minha cidade também tem poucos.
IDOSAS DESFILANDO NO CENTRO DE CONVIVÊNCIA
EU IDOSA BLOGUEIRA 73 ANOS
segunda-feira, 21 de março de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
TAI CHI CHUAN E IDOSOS
Faço atividade física há muitos anos. Uma das melhores atividade para mim é ´tai chi chuan, trabalha o corpo e principalmente a mente. Bom para todas as idades e especialmente para quem como eu já passou dos setenta anos.
sábado, 12 de março de 2016
FELICIDADE NA VELHICE
Velhice não é insatisfação com a vida. Ficar olhando para o passado lamentando a juventude perdida. Podemos ser velhos, sem perder a alegria de viver, desde saibamos buscar momentos de alegria, de desprendimentos, ser mais participativos em grupos. A alegria de viajar, de participar de atividade física, fazer curso de informática, de dança, natação, etc. Tem muitos cursos bons para ser feito na velhice.( Não estranhem o termo velho, velhice.Segundo uma reportagem da revista Cláudia ano 2.015 não lembro o mês, provavelmente março ou abril, o termo correto é velho(a) Não precisamos ter vergonha da nossa realidade. Afinal, percorremos uma estrada longa, que muitos gostariam de ter percorrido e no entanto partiram cedo.
sexta-feira, 11 de março de 2016
CUIDADO COM A SAÚDE
Sempre tive muito cuidado com minha saúde. Não bebo, não fumo, não perco noite de sono. Como pouca carne vermelha. Enfim sempre estou em busca de alimentação saudável. Faço atividade física. Mas com o passar dos anos as consequências da velhice chega de mansinho e vai se instalando pelo corpo todo. Nessa hora é preciso estar preparado para enfrentar a velhice com mais cuidado, mais amor, buscar alegria, fugir da solidão. Estar a caminho dos oitenta me leva a refletir e perguntar a mim mesma: até quando.
domingo, 6 de março de 2016
DOENÇA DE ALZHEIMER
Muitos tem medo até de ouvir falar, entretanto ela está aí e qualquer pessoa acima dos 50 anos pode ser surpreendida por ela. O TEXTO ABAIXO É UMA PARTE DA PUBLICAÇÃO DA REVISTA SEMPRE JOVEM, ANO VI- Nº 17- 2016 E PODE SER ENCONTRADA NAS BANCAS, TÍTULO ALZHEIMER: PREVENÇÃO E TRATAMENTO P. 46 DOENÇA DE ALZHEIMER: CUIDADOS E PREVENÇÕES Autor: Dr. Ivan Hideyo Okamoto - Neurologista do Hospital Albert Einstein coordenador de Neurologia do Instituto da Memória, da UNIFESP- O DIAGNÓSTICO PRECOCE DE ALZHEIMER POSSIBILITA RETARDAR A EVOLUÇÃO DA DOENÇA EM ATÉ 15 ANOS, PRESERVANDO ALGUMA QUALIDADE DE VIDA.
As medicações especificas para estabilizar as funções cerebrais são aliadas dos cuidadores de pacientes dessa doença, que pode se tornar uma epidemia em algumas décadas, tendo em vista o aumento da expectativa de vida dos brasileiros. O Alzhaimer não tem cura e caracteriza-se pela morte de células cerebrais que são responsáveis pela memória, linguagem e comportamento. A boa notícia é que novas tecnologias tornarão viável o diagnóstico precoce, possibilitando o tratamento assintomático( antes da manifestação da doença) Embora existam casos esporádicos em pessoas de 50 anos e a prevalência na faixa etária de 60 a 65 anos esteja abaixo de 1%, a partir dos 65 anos ela praticamente duplica a cada cinco anos. Depois dos 85 anos de idade, atinge 30% a 40% da população. A aquisição de conhecimentos cria novas conexões entre os neurônios(sinapses) e aumenta a reserva intelectual. Esses fatores retardam o aparecimento das manifestações de demência. Vários estudos sugerem que a atividade física tenha efeito protetor. Detectar os primeiros sintomas pode fazer toda a diferença, pois os efeitos dos medicamentos só ocorrem quando a doença dá os primeiros sinais. RECOMENDO AOS INTERESSADOS QUE LEIAM A REPORTAGEM COMPLETA NA REVISTA, É MUITO INTERESSANTE.
As medicações especificas para estabilizar as funções cerebrais são aliadas dos cuidadores de pacientes dessa doença, que pode se tornar uma epidemia em algumas décadas, tendo em vista o aumento da expectativa de vida dos brasileiros. O Alzhaimer não tem cura e caracteriza-se pela morte de células cerebrais que são responsáveis pela memória, linguagem e comportamento. A boa notícia é que novas tecnologias tornarão viável o diagnóstico precoce, possibilitando o tratamento assintomático( antes da manifestação da doença) Embora existam casos esporádicos em pessoas de 50 anos e a prevalência na faixa etária de 60 a 65 anos esteja abaixo de 1%, a partir dos 65 anos ela praticamente duplica a cada cinco anos. Depois dos 85 anos de idade, atinge 30% a 40% da população. A aquisição de conhecimentos cria novas conexões entre os neurônios(sinapses) e aumenta a reserva intelectual. Esses fatores retardam o aparecimento das manifestações de demência. Vários estudos sugerem que a atividade física tenha efeito protetor. Detectar os primeiros sintomas pode fazer toda a diferença, pois os efeitos dos medicamentos só ocorrem quando a doença dá os primeiros sinais. RECOMENDO AOS INTERESSADOS QUE LEIAM A REPORTAGEM COMPLETA NA REVISTA, É MUITO INTERESSANTE.
sexta-feira, 4 de março de 2016
FORTALECENDO MÚSCULOS
Na velhice perdemos massa muscular e para evitar que esta perda se acelere é necessário praticar atividade física. A intensidade da atividade dependerá sempre de suas condições físicas, portanto, antes de iniciar qualquer atividade procure seu médico para uma avaliação completa e tenha um bom profissional de educação física para programar e acompanhar as atividades que estiver em condições de praticar.
quinta-feira, 3 de março de 2016
ACEITAÇÃO NA VELHICE
A importância das relações sociais na terceira idade
Postado por: ABG - Associação Brasileira de Gerontologia | Em: Cuidado com Idosos
Atualmente muitas pessoas ainda tem uma visão mistificada da terceira idade, com a ideia de que com o avançar da idade, os idosos diminuem suas redes de relações sociais, tornando-se menos satisfeitos com a vida. Embora muitos pensem que envelhecer significa deixar de desenvolver-se, adoecer e afastar-se de tudo, na verdade, existem possibilidades da pessoa continuar ativa e de manter uma boa qualidade de vida.
Enxergamos hoje um movimento muito forte com relação aos espaços dedicados à terceira idade: Centros Dia, Centros de Convivência, Centros de Referência, Universidades da Terceira Idade, entre outros. Estes espaços promovem atividades em grupo direcionadas aos idosos, com diferentes objetivos cada uma. Porém, a interação promovida nas atividades gera um retorno extremamente significativo a cada um dos participantes. A interação social gerada entre os idosos desenvolve o senso de bem-estar nos mesmos, assim como a melhora no funcionamento físico. As redes sociais que se estabelecem com o contato contínuo dos idosos podem ser fontes protetoras e mantenedoras de saúde.
Estudos indicam um aumento na qualidade de vida e na longevidade em idosos que apresentam uma vida social intensa. A vida social do idoso não se resume apenas a participação dele nos grupos de terceira idade, mas também à boa relação com sua família, o envolvimento em grupos de sua comunidade, como um grupo religioso, por exemplo. Vale lembrar que a qualidade dos contatos sociais é mais importante do que a quantidade. A capacidade de interação social varia de pessoa para pessoa, por isso não significa que aquele que tenha menos contatos possua uma qualidade de vida pior do que aquele que possui mais contatos.
Leia Também:
As relações sociais também promovem o bem-estar mental na velhice. A ausência de convívio social pode causar severos efeitos negativos na capacidade cognitiva geral, além de depressão. As pessoas que estão em contato com as outras podem ser mais inclinadas a ter hábitos saudáveis, a ajuda dada ou recebida contribui para o aumento de um sentido de controle pessoal, tendo uma influência positiva no bem-estar psicológico de cada um.
Entendemos, portanto, que a interação social é um fator de proteção no envelhecimento ativo e saudável, deve fazer parte do nosso curso de vida, assim, quando chegarmos na velhice não nos sentiremos desamparados. Também devemos sempre lembrar a importância de estabelecer novas relações, nos inserirmos em grupos e estarmos ativos em nossa comunidade!
“O mais importante da vida não é a situação em que estamos, mas a direção para a qual nos movemos.”
Oliver Wendell Holmes
Oliver Wendell Holmes
Texto por: Mariana Almeida – Gerontóloga pela UFSCar, Vice Diretora Financeira daAssociação Brasileira de Gerontologia.
Assinar:
Postagens (Atom)




