sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Velhice com amor

 Lindo, vi e estou postando, o amor na velhice, para aqueles que tem a felicidade de envelhecer juntos. Este é o verdadeiro casamento até que a morte os separe

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

História da menina - I

Forquilha não é um nome bonito para um pequeno vilarejo, mas este é o nome do lugar onde a menina nasceu Era um lugar muito pobre, com uma pequena venda, onde no final da tarde os homens ficavam sentados em um banco de madeira, enquanto tomavam uma cachacinha de péssima qualidade e davam a tradicional cuspidela para o lado.
A estrada de acesso era péssima, conforme já descrita.
 Na década de 40 tinha algumas fazendas e pequenos sítios. O sítio onde a menina nasceu passou a ser propriedade da DANONE,  faz parte de uma fazenda, na década de noventa, a menina esteve lá.
Ela nasceu numa casinha pequenina, espaço muito  pequeno para uma família de onze pessoas. O curioso é que tinha uma pequena despensa, sempre vazia. A alimentação era arroz, quando tinha, este era socado no pilão, geralmente era vermelho, ou segundo ela, encardido mesmo. Feijão, verduras, legumes cozidos, tudo na banha de porco, nesta época não se conhecia óleo por aquelas bandas. Quando a mãe matava um frango, ou comprava raramente um pedaço de carne de segunda, era um  banquete, as crianças deixavam para comer por último o pequeno pedaço que cada um recebia, saboreando bem devagarinho para não acabar depressa. O normal era feijão com angu( não confundir angu com polenta, o angu é feito apenas de fubá com água), sem molho ou qualquer tempero. Na época o fubá era de moinho de pedra.

O café da manhã era servido em pequenas canecas, feitas de latinha de massa de tomate, que a mãe mandava colocar asa. O café era fraco e nada para comer. Quando o café acabava a mãe da menina torrava inhame, socava no pilão e fazia café com aquele pó.

Mas quando a boa senhora ia para a cidade lavar roupa nas casas, sempre levava pão duro para as crianças e elas pareciam pequenos ratos, sentadas no chão, roendo pão seco.
Mas havia ocasião em que comprava aqueles pirulitos de açúcar queimado, tinha modelo de chupeta, e então era uma verdadeira festa. Quando comprava toucinho também, pois havia torresmos. Não era o torresmo carnudo dos dias atuais, era aquele para extrair gordura, que depois de frio não dá para comer.

O médico das crianças era a benzedeira, remédio de farmácia era somente o lombrigueiro, uma coisa horrível, era um comprimido para cada dois anos de idade, quando as pílulas abriam, tinha gosto de erva de santa Maria, ou mastruço se preferir., outras doenças se resolvia com chás e simpatias. Boa noite, bom sono para todos(as) essa história vai longe.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

História da menina.

É incrível como os Cartórios de Registro Civil funcionavam antigamente. Não havia preocupação com as esquisitices dos pais, e assim, muitos brasileiros atualmente, carregam o peso dos erros cometidos. Amenina da história é um caso típico desses que para entender é preciso retornar aos seus avós maternos e paternos.
Avós maternos Theófilo Machado Enes e Deolinda Maria de Faria, avós paternos, João Olegário Machado e Maria Luiza da Conceição.

A mãe da menina nasceu no dia de Nossa Senhora do Carmo, ao ser registrada foi colocado o nome de Sebastiana Maria do Carmo, morreu aí o sobrenome materno e paterno.
Seu pai nasceu no dia de São José e veja o que aconteceu, deram-lhe o nome de João Antônio de São José, haja nome de santo para satisfazer esse povo. Morreu também o sobrenome materno e paterno.
O senhor João Antônio de São José casou-se com a Sebastiana Maria do Carmo, o sobrenome dele não pode ser acrescentado ao nome dela.

Falando um pouco da história desse casamento. O pai da menina faleceu quando ela estava com três anos de idade, dizem que foi envenenado com pó de vidro. Contam que era farrista, montava um cavalo chamado Pampalão e invadia a zona montado no cavalo, dizem que era o terror das prostitutas da época. A viúva, quando a filha completou quinze anos, contratou o casamento dela com o João, á época com trinta e cinco anos de idade. Conheci essa senhora, ela sempre contava que não queria casar mas a mãe dela já havia dado a palavra e não podia voltar atrás, assim a adolescente cumpriu seu destino.

FELIZ IDADE JÁ

 A partir de hoje vou contar a história de uma menina, nascida em um lugar não muito distante, mas muito pouco conhecido. É uma história que em algum momento haverá muito riso, em outro muita tristeza, em outro muita alegria. Uma história onde haverá fome, seca, mas nunca faltou fé em Deus. Ele, o dono do jardim chamado terra, onde somente ele semeia, somente ele decide as plantas que crescerão, as que frutificarão, onde somente Ele colhe as flores, conforme sua vontade. Algumas flores são colhidas logo ao despontar do botão, outras serão colhidas logo após sua abertura, outras flores completas e outras quando começam a murchar, outras no crepúsculo da vida.

Mas vamos a história, é a vida real da menina.

 A cidade mais próxima Carmo da Mata MG, poucas pessoas conhecem, mas fica próxima a Oliveira e Divinópolis.  O local, nome esquisito FORQUILHA. lugar  de difícil acesso, á época dos fatos que serão narrados. Para se chegar a este lugar havia um morro, cujo nome era, ou ainda é, não sei, TIRA CHAPÉU. A estrada de acesso ao local era de terra e  na seca era uma poeira vermelha, na época das chuvas era lama, imagine subir ou descer o morro era de tirar o chapéu. A menina viveu  pouco tempo ali, somente até os oito anos de idade.

Sua família era seu pai, mãe, avó e oito irmãos, havia cinco irmãos mais velhos e duas mais novas.
Como a maioria das famílias, a sua também era pobre, muito pobre. Moravam em uma casa pequena, composta de três quartos pequenos, um era dos pais, outro dos quatro irmãos e o outro da avó, irmã mais velha e dela. A casa tinha uma salinha vazia, uma cozinha, uma pequena despensa, onde nunca havia nada para comer. O banheiro era a moita de bananeira, banho era na bacia e pela manhã lavava a boca com uma caneca de água. Não havia escova de dentes, nem sabonete, no banho era usado sabão de cinzas que a mãe fazia. A noite se precisasse tinha o penico ou pinico como se dizia. Era uma peça esmaltada já desgastada.


ESSA HISTÓRIA É LONGA, MAS É UMA HISTÓRIA DE FÉ, DE GARRA, DE VONTADE DE VENCER.

Visita indesejada

Se você já está na feliz idade e mora sozinha, cuidado com visitas indesejadas. Uma amiga recebeu a visita de uma jovem uniformizada que se dizia funcionária da TELEMAR, que a procurou sob a alegação de que sua conta de telefone estava muito alta, acreditando na jovem, mandou-a entrar, deu sua identidade para a jovem anotar seus dados e possivelmente tenha fotografado o documento. Saiu dizendo que voltaria hoje com um contrato para ela assinar, não voltou, orientei a senhora a procurar a polícia e registrar o fato. Você da feliz idade e mora sozinha, nunca permita a entrada de estranhos em sua casa. Não acredite em propostas milagrosas. Companhia telefônica jamais mandaria funcionários em sua casa para reduzir sua conta. Fique atento, você pode correr sérios riscos ao abrir sua porta para um(a) estranho(a). Até a próxima, tenham um lindo e maravilhosos dia.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Artigo 10 do Estatuto do idoso

DO DIREITO À LIBERDADE, AO RESPEITO E À DIGNIDADE

Art.10.  É obrigação do Estado e da sociedade, assegurar à pessoa idosa a liberdade, o respeito e a dignidade, como pessoa humana e sujeito de direitos civis, políticos, individuais e sociais, garantidos na Constituição e nas leis.

2§º O direito à liberdade compreende, entre outros, os seguintes aspectos:

I - faculdade de ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais;
II - opinião e expressão;
III - crença e culto religioso;
IV prática de esportes e de diversões;
V - participação na vida familiar e comunitária;
VI participação na vida política, na forma da lei;
VII - faculdade de buscar refúgio, auxilio e orientação.

§2º O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, de valores, ideias e crenças, dos espaços e dos objetos pessoais.

§ 3º É dever de todos zelar pela dignidade do idosos, colocando-o a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.

       Somos a turma da feliz idade, vivemos mais de sessenta anos, casamos, criamos nossos filhos, sofremos, uma vez que nossa geração não disponha dos recursos atuais. Muitos(as) de nós ficamos viúvos, com filhos pequenos ou adolescentes para criar. Cumprimos nossa missão, muitas vezes, perdendo noites e noites de sono, outras vezes, trabalhando até altas horas para que nada faltasse aos nossos filhos. Eles cresceram, casaram, tiveram filhos, ou seja nossos netos, nossa alegria ao ver que alcançamos uma nova geração. Mas não é justo sermos explorados, quer seja em certos casos em que os avós são transformados em verdadeiras babás, ou ainda quando poucos, mas acontece de filhos mudarem para a casa dos pais idosos e estes serem confinados a um cantinho. É muito importante que  os idosos leiam com atenção esse artigo e faça valer seus direitos, e cobrem  dos órgãos públicos o cumprimento da lei.
 

BOA NOITE MENINOS E MENINAS DA TERCEIRA IDADE,
DEUS NOS ABENÇOOU POR ISSO ESTAMOS AQUI.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Rosas cultivadas em vasos

 Amo as flores, especialmente as rosas, como moro em apartamento eu  cultivo-as em vasos. São lindas.



Rosa branca


Onze horas



Onze horas


Pimenta dedo de moça

Estava chovendo, muito linda e meu vaso de hortelã ao fundo
 
 
Rosa maravilhosamente grande.